Missa Tridentina no Outeiro da Glória – Carta de leitor do Rio.

08/10/2009 por Maite

 

Originalmente publicado em Fratres in Unum.

 

Caro editor do Fratres in Unum, peço que publique uma nota sobre a Missa Tridentina no Outeiro da Glória, no Rio de Janeiro. Por enquanto, a Santa Missa está sendo celebrada apenas uma vez por mês, aos sábados, às 12:30h. A próxima será no dia 17 de outubro, também às 12:30h.

Nossa Missa no Rio de Janeiro ainda está ligeiramente incerta. Precisamos divulgá-la o máximo possível, para a nossa própria sobrevivência, visto que, com raras e inoperantes exceções, ainda não temos sacerdotes que saibam celebrá-la e que, sobretudo, AMEM esse rito.

No último dia 19 de setembro, ao final da Missa, celebrada pelo Pe. José  Edilson, que proferiu um sermão maravilhoso sobre liberdade religiosa e o verdadeiro ecumenismo (traduzindo verdadeiramente o ensino católico sobre esses temas), Monsenhor Costa Couto avisou que, por enquanto, a Missa seria celebrada uma vez por mês, porque éramos poucose porque não havia acólitos preparados para ajudar na Missa(além do único rapaz que lá estava).

Diante disso, gostaria de fazer um apelo através do seu blog: a) que os rapazes do RJ que queiram atuar como acólito na Missa do Outeiro procurem o Pe. José Edílson na Missa do dia 17 de outubro e se prontifiquem a aprender como acolitar; 2) que todos os leitores do RJ, na medida do possível, compareçam e divulguem essa missa. Vamos solucionar essas duas condições apresentadas por Monsenhor Costa Couto para termos mais Missas durante o mês. Vamos ver se o problema é realmente este. A igreja do Outeiro é relativamente pequena e não precisa muito para enchê-la.

Independente da ideologia do celebrante escolhido pela Arquidiocese, o que está em jogo é a divulgação do rito tradicional. Podemos afirmar com toda a certeza que as vias informativas da Arquidiocese certamente não têm nenhum interesse em divulgar a Missa Tridentina. Somos apenas tolerados, como acontece em outras cidades próximas. Não seremos alvo de manchetes nem fotos de eventos diocesanos. Se não agirmos corretamente, corremos o risco de permanecer em guetos virtuais ou sermos segregados do resto da diocese, assistindo Missa em locais e horários inconvenientes (em igrejas não paroquiais, longe dos olhos dos fiéis “normais”), cujo resultado final poderá ocasionar o esmorecimento e a diminuição gradual da comunidade de católicos tradicionais do Rio de Janeiro.

A única maneira de superar esse limbo em que nos encontramos é a divulgação! A divulgação é necessária não somente em relação aos fiéis católicos que não conhecem a beleza e a sacralidade da Missa Tradicional, esse tesouro escondido, mas, especialmente, para despertar o interesse de outros sacerdotes, que com a graça de Deus e um pouquinho de esforço pessoal venham a amar a Missa de Sempre. Assim, esses sacerdotes diocesanos, uma vez encorajados por um precedente, poderão levá-la às suas paróquias, onde ela verdadeiramente poderá florescer, aos DOMINGOS, FESTAS DE GUARDA e dias úteis.

Peço que, se possível, outros blogs também repliquem esse apelo.

Ofereçamos essa intenção em nossos Terços! Rezemos pelo crescimento do catolicismo tradicional no Rio de Janeiro, e que mais sacerdotes descubram a Missa de Sempre! Sejamos ambiciosos e rezemos também para que um dia possamos ter um instituto dedicado à Missa Tradicional no RJ.

Que Nosso Senhor nos ilumine e que Nossa Senhora do Perpétuo Socorro venha em nosso auxílio.

 

08 de Outubro: Dia do Nascituro

08/10/2009 por Maite

Nascituro é aquele "que há de nascer,(…) o ser humano já concebido, cujo nascimento se espera como fato futuro certo", ensina o Aurélio. Interessante essa definição, ponto de meditação para a humanidade, que não tem considerado o nascimento de muitos, infelizmente milhares e milhares, como "fato futuro certo".

 

unborn

 

Defender a vida desde sua origem é assegurar a nós mesmos que ela não nos será tirada, sob qualquer pretexto, quando formos tão ou mais frágeis que um bebê; proteger o nascituro é proteger a esperança de que o homem possa aprender a valorizar o que é pequeno, aparentemente desprovido de importância, dependente e frágil. É proteger também a criança já nascida, as mães abandonadas e carentes de sustento e afeto, os doentes, os idosos, tudo, enfim, que já fomos e ainda podemos vir a ser. (Negócios de Família)

Cristo faz a vida livre, bela e grande e o reino de Deus é reino de vida. Somos chamados a ser profetas da vida, porque o projeto salvífico de Deus é um projeto de vida. O mandamento “não matarás” (Ex 20,13) é revelação da vontade divina e expressão da lei inscrita na natureza humana. O direito à vida precede quaisquer outros direitos. Todas as culturas reconhecem o valor inviolável da vida. (Dom Orlando Brandes)

O que o aborto mata é um ser humano único, irrepetível, belo, imagem de Deus, a “glória de Deus” como dizia S. Irineu (†202); não existe “pré-embrião”. Quando se mata friamente uma criança no ventre materno, a mulher se rebaixa, a humanidade fica mais pobre, mais decadente e mais destruída em sua dignidade; e cada um de nós fica um pouco mais pobre.

Não podemos cair no gravíssimo pecado de omissão, como dizia Luther King: “tenho medo do silêncio dos bons”; ou como dizia Leão XIII: “A audácia dos maus se alimenta da covardia dos bons”.

Se a desgraça do aborto for um dia legalizado no Brasil, todos nós católicos seremos um pouco culpados diante do Senhor da Vida. Ele irá nos perguntar: o que você fez para me defender? “O que fizerdes ao menor desses pequeninos, foi a Mim que o fizeste?”(Mt 18,5; Mc 10,13). Quando se aborta uma criança, de certa forma se “aborta” o próprio Cristo; é por isso que o Código de Direito Canônico da Igreja considera excomungado da Igreja (“látea sententiae”) os pais que abortam uma criança e todos os que cooperam com o crime: médicos, enfermeiros, juizes,… (cf. Cânon 1398)  (Prof. Felipe Aquino)

Consequências de se enxergar a mulher como objeto…

03/10/2009 por Maite

 

O namoro de Mariana (nome fictício), de 16 anos, começou como qualquer outro relacionamento adolescente mas terminou com problemas de gente grande. No início do relacionamento, o rapaz de 24 anos, seu primeiro namorado, era calmo e presente. Quatro meses depois, ele se tornou autoritário, ciumento, controlador e violento, a ponto de agredi-la verbal e fisicamente diversas vezes. O namoro acabou há nove dias, quando ele, depois de uma crise de ciúmes, bateu na adolescente, grávida de três meses.

— Depois do banho, fui para meu quarto e, ainda nua, ele começou a me bater e dar tapas. Só não deu um soco na minha barriga porque eu me esquivei. Liguei para a polícia, então, ele pegou o celular e jogou na minha cabeça. Não satisfeito, quebrou o videogame nas minhas costas — conta Mariana. — Ele me xingava com frequencia e já me agrediu na frente dos meus amigos.

O caso da adolescente não é isolado. De acordo com uma pesquisa recente realizada pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), 85% das adolescentes já viveram formas de violência no namoro, mesmo em relacionamentos de curta duração, como o “ficar”. Na pesquisa, feita com pessoas de 15 a 19 anos das cinco regiões do Brasil, beliscões, empurrões, tapas, xingamentos e ofensas, inclusive pela internet, foram as agressões mais citadas nos 3.205 questionários respondidos.

— A violência verbal e emocional foram as formas mais citada pelos meninos e meninas, ou seja, em torno de 85% dos jovens do estudo disseram praticar e sofrer esse tipo de agressão. É importante pensarmos que, independentemente de números, esse tipo de agressão nas relações de namoro e de ficar podem ser preditoras para a violência conjugal na vida adulta — alertou a pesquisadora Kathie Njaine, autora do estudo.

Segundo a professora e coordenadora do Núcleo de Saúde Reprodutiva e Trabalho Feminino da Escola de Serviço Social da UFRJ, Ludmila Fontenele Cavalcanti, as meninas não notam que estão em um relacionamento agressivo:

— Elas têm dificuldade de perceber que estão em um namoro violento. Depois, chegam a um ponto que fica difícil de sair. Elas têm medo de terminar e serem difamadas ou excluídas do grupo de amigos.

Fonte: Extra Online.

 

A visão hedonista do mundo que impõem a nossos jovens, a ciranda do “ficar”, o sexo “seguro”, as roupas provocantes que parecem oferecer nossas filhas em uma bandeja… transformam a mulher em objeto – troféu, brinquedo sexual e saco de pancadas.

Vejam a estatística grifada… é muito alta para ignorarmos !

Pais… precisamos ensinar nossos filhos a respeitarem e a exigirem respeito… minha filha precisa saber que um namorado que bate nela, não a ama e não a merece, e que ela não precisa passar por isso !!

Meu protesto enviado às Paulinas pelo formulário de contato no site

01/10/2009 por Maite

 

Sobre o livro anunciado em : http://www.paulinas.org.br/newsletters2009/pi/sabor.html
.
Lamentável que esta editora, que se diz católica, promova textos que vão contra a Doutrina e o Magistério da Igreja Católica Apostólica Romana, como este do senhor Marcelo Barros: "aproximar Jesus de Nazaré de um Orixá da compaixão" !!! Fazer teologia a partir do terreiro !!!!

A inculturação na liturgia tem normas bem definitas, descritas no documento Varietates Legitimae, de 1994. Não é bagunça ! Mesmo assim, a incorporação de elementos das religiões africanas na liturgia católica, se ocorrer, limita-se à celebração, não à teologia. Jesus, Nossa Senhora, não são Orixás, pelo amor de Deus !

A famigerada Teologia da Libertação continua infiltrada em nossa Igreja, apesar da condenação pelo Papa João Paulo II.

Dessa forma, por não concordar com a postura assumida por essa editora, peço a exclusão do meu nome dos cadastros de mala direta.

Feminismo: Falsa Ajuda às Mulheres e Morte aos Bebês

29/09/2009 por Maite

Gravidez não é Doença … como eu odeio essa frase !

24/09/2009 por Maite

 

É fato notório que a gravidez tem sintomas dos mais diversos, que se manifestam com maior ou menor intensidade em cada mulher.

No meu caso, por exemplo, tive muitos enjôos no início, olfato superapurado, refluxo gastro-esofágico… depois vieram os inchaços nos pés, as dores nas costas, na perna, por conta do nervo ciático… agora, com 35 semanas, os inchaços continuam, estou levemente anêmica, preciso vigiar o açúcar, vou ao banheiro praticamente toda hora… as dores nas costas continuam, pioraram até, não consigo dormir, a não ser praticamente sentada na cama, com mil travesseiros atrás de mim, tenho câimbras nas pernas, dormência, acordo de cinco em cinco minutos para tentar me virar, o que dói, com isso durmo mal, acordo cansada, não consigo me concentrar em nada, andar cansa, dá falta de ar, me deixa ofegante… preciso sempre esticar as pernas, os pés estão inchando muito… os joelhos doem pelo sobrepeso…

Aguento tudo pela minha princesa, mas o mais duro não são os sintomas… mas as pessoas em volta não serem compreensivas…

Já ouvi de tudo, desde que “é psicológico” a que estou “fazendo corpo mole”, passando pelo clássico “gravidez não é doença”…

Mesmo as pessoas que parecem compreensivas falam coisas que não se dão conta que magoam… cobrando presença, cobrando que eu escreva como antes, que eu pense como antes, que eu mantenha o ritmo, que o meu trabalho ou meus escritos mantenham a qualidade, que eu ajude a organizar coisas, que eu compareça a eventos, que eu dê opiniões…

Eu sempre fui multitarefa, então meio que me coloquei nessa situação, até admito… mas nesse fim de gravidez, eu não consigo mais me concentrar, a minha cabeça está aérea, eu estou extremamente cansada, só consigo pensar em roupinhas, em carrinho, em berço, em  mosquiteiro, em preparar a vinda da minha princesa, na carinha dela… os dias se arrastam, os sintomas vão minando o meu bom-humor…

Ontem não deu mais… acabei caindo no choro, sem motivo aparente (mas na verdade por um conjunto de motivos), para desespero do meu marido, que não sabia o que fazer para me acalmar… coisa de grávida ? hormônios ? Não sei… mas a minha vontade era dizer… me deixem em PAZ !

Conto os minutos para estar com minha princesa nos braços, em silêncio, no quarto, dando de mamar e olhando para o rostinho dela… e o mundo lá fora… e as cobranças, longe !

Oração a Nossa Senhora do Bom Parto

23/09/2009 por Maite

Ó Maria Santíssima, vós,
por um privilégio especial de Deus,
fostes isenta da mancha do pecado original,
e devido a este privilégio
não sofrestes os incômodos da maternidade,
nem ao tempo da gravidez e nem no parto;
mas compreendeis perfeitamente
as angústias e aflições das pobres mães
que esperam um filho,
especialmente nas incertezas do sucesso
ou insucesso do parto.
Olhai para mim, vossa serva,
que na aproximação do parto,
sofro angústias e incertezas.
Dai-me a graça de ter um parto feliz.
Fazei que meu bebê nasça com saúde,
forte e perfeito.
Eu vos prometo orientar meu filho
sempre pelo caminho certo,
o caminho que o vosso Filho, Jesus,
traçou para todos os homens,
o caminho do bem.
Virgem, Mãe do Menino Jesus,
agora me sinto mais calma
e mais tranquila porque já sinto
a vossa maternal proteção.
Nossa Senhora do Bom Parto,
rogai por mim!

A Meditação: Como Fazê-la.

20/09/2009 por Maite

Já falamos da “oração mental”, e agora falaremos um pouco da “meditação”, que é uma forma de oração semelhante e, ao mesmo tempo, diferente da oração mental, ainda que as duas estejam bastante interligadas e se “encontrem” em muitos momentos, como veremos.

O “Catecismo da Igreja Católica” diz – citando Santa Teresa de Ávila – que a “oração mental” é «um relacionamento íntimo de amizade em que conversamos… a sós com Deus», e a chama também «comunhão de amor» (nn. 2709-2719). Ou seja, é sobretudo -como dizíamos ao falar nela – diálogo íntimo e espontâneo.

Por sua vez, o mesmo Catecismo, quando fala da “meditação” diz que «é sobretudo uma procura; o espírito procura compreender o porquê e o como da vida cristã, a fim de aderir e responder ao que o Senhor pede» (n. 2705). E acrescenta: «Geralmente utiliza-se um livro» e, assim, «meditando no que lê, o leitor se apropria do conteúdo lido, confrontando-o consigo mesmo» (n. 2706). Quer dizer que faz da leitura um espelho em cujo fundo Deus se reflete e, em confronto com Deus, a pessoa pode ver-se melhor a si mesma, aos seus ideais e seus deveres.

É importante entender o como é que isso pode ser vivido. Vejamos algumas sugestões:

1º) Primeiro, um conselho prático: reservar diariamente uns minutos para a meditação em lugar e com duração fixos (podem ser aqueles mesmos dez ou mais minutos de que falávamos ao tratar da oração mental: alguns dias faremos, nesse tempo, só oração mental, totalmente espontânea; outros, só meditação; e com frequência – muitas vezes – começaremos com a meditação e partiremos para o diálogo íntimo da oração mental).

2º) A meditação tem como ponto de partida, normalmente, um “livro”. O Catecismo fala de três tipos de livro: a) livros impressos (um trecho da Bíblia ou de um livro espiritual, escolhido por nós, ou que nos foi aconselhado); b) o livro da natureza (quando meditamos diante do mar, dos campos e montanhas, de um jardim, sobre a grandeza e beleza de Deus Criador); c) o livro da nossa vida (como eu sou, o que é que acontece comigo, por que me sinto vazio, por que não consigo isso ou aquilo, como cumpro os meus deveres, que virtudes eu tenho ou me fazem falta, etc.).

3º) É preciso fazer o esforço de refletir. Não há mais remédio que vencer a preguiça. Mas não devemos meditar como quem “estuda”, “racha”, para uma prova escolar, para um concurso ou para preparar uma palestra. A oração sempre deve ser simples e sincera. Por isso, não é prático demorar-nos num texto difícil, vendo se conseguimos “descascar o abacaxi” (tal dificuldade a estudaremos ou consultaremos outra hora). Detenhamo-nos sempre num texto claro, que nos facilite ver melhor algo que Deus pede, ou algo que acontece conosco e deveria mudar, e deixemos de lado (para outra ocasião) os textos pouco claros para nós. Às vezes, basta ler, reler devagar e meditar uma única frase, “como quem chupa bala”, até que o “sabor” entre na alma.

4º) Ajuda muito tomar algumas notas em um caderno ou agenda (de papel ou eletrônica): anotar algumas frases que nos “tocaram”, ou “luzes” concretas sobre modos de melhorarmos, ou resoluções que nos propomos levar à prática. E, sempre, no meio da reflexão, é bom ir entremeando, como pequenas faíscas que aquecem o coração, orações breves, como: “Jesus, faz com que eu veja!”, “Senhor, se queres podes limpar-me!”…

5º) Como diz o Catecismo, temos que «passar dos pensamentos à realidade» (n. 2706), à vida real e prática, a conclusões que mudem e melhorem algo. Nunca ache que a meditação é inútil. Se a cabeça, algum dia, está cansada ou obtusa, fique só lendo e relendo (”chupando bala”). O livro “Caminho” diz, com toda a razão: «Persevera na oração. – Persevera ainda que o teu esforço pareça estéril. – A oração é sempre fecunda» (n. 101).

6º) Quer ver os frutos bons da oração, mesmo daquela que parece inútil?

a) em primeiro lugar, são frutos as resoluções práticas, que nos incentivam a lutar para pensar melhor, trabalhar melhor, tratar melhor a Deus e aos outros, etc. (resoluções concretas que é bom anotar também na agenda, como “programa”);

b) às vezes, bastará – já será um bom fruto -que tenhamos captado uma “luz”, e fiquemos felizes com isso: “Agora entendo o que é ser humilde! Agora vejo como é verdade que ser teimoso nas discussões, achar que sempre estou com a razão e desprezar o ponto de vista dos outros é orgulho, é falta de humildade; tenho que mudar (ver “Sulco”, n. 263).

c) outras vezes, um grande fruto – mesmo que não nos ocorram resoluções concretas – será sairmos da oração melhor dispostos (talvez num dia em que estávamos estressados ou de mau humor), com paz na alma, com mais sede de Deus e de servir os outros.

Todos esses são frutos ótimos, que Deus faça possam brotar muitas vezes da nossa meditação!

Pe. Francisco Faus.

Características Femininas – Parte Final

20/09/2009 por Maite

 

Se considerarmos as suas tendências, notamos que as mulheres são em geral, mais sóbrias e mais comedidas que os homens e menos inclinadas ao prazer. Entre as necessidades espirituais, são sobretudo as de simpatia e as de vida social que têm a primazia. As mulheres são mais vaidosas, mas menos ambiciosas que os homens.

Em geral são mais poupadas. As suas tendências altruístas são menos desenvolvidas; parecem feitas para se dedicarem, e observa-se geralmente que são mais serviçais, mais compassivas que os homens. Tanto as suas inclinações verdadeiras e profundas, como as suas aptidões mais sólidas predispõem-nas excelentemente para a educação, para o cuidado dos doentes, para dedicação paciente, engenhosa, delicada, no seio da família.

Na mulher são sobretudo os sentimentos que as guiam nas ações. O homem vê, a mulher sente o que deve fazer. Encontrar-se-á, pois, muitas vezes no homem, mais lógica, mais coerência, mas também mais dureza. A mulher é mais maleável, adapta-se mais facilmente a todas as modalidades da situação, mas sob a influência da emotividade deixa-se mais facilmente transviar por simpatias e antipatias.

Recordemos, ao terminar, que a maior parte dos caracteres são na realidade o resultado de diversas combinações e que, procurando adquirir as qualidades que não nos couberam em herança, é que chegamos a aperfeiçoar-nos, a equilibrar-nos e a dar quanto é possível esperar de nós. Fazendo esforços e pedindo a graça de Deus, chega o homem a reformar-se, como mostra o estudo das Vias Espirituais.

Fonte: Educação Cristã e Família

Quem é o indicado de Lula para o STF ? Toffoli

18/09/2009 por Maite

 

* Tentou o concurso da Magistratura duas vezes e NÃO passou.

*não tem livro lançado, não dá aula em faculdade, não tem mestrado, não tem doutorado, não é reconhecido como grande advogado, não passou em concurso público para promotor, juiz, procurador ou delegado.

* se define como um "Católico Apostólico Romano Papista" mas defendeu o uso de células-tronco embrionárias em pesquisas.

*Advogado do PT de 1995 a 2006.

*Atual Advogado-Geral da União, nomeado por ser amiguinho de Lula.

Dê sua opinião no site de O GLOBO, eu já mandei a minha…

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Editado para acrescentar:

Toffoli tem condenação em primeira instância… isso é reputação ilibada ? http://bit.ly/HsFOd